A Escola

Nossa história

Viver um sonho é realmente um desafio! Relembro dos tempos de infância, onde a morte súbita de meu pai marcou definitivamente a vida de minha família. Como uma família poderia sobreviver sem ajuda do homem, do varão da casa? Minha mãe sempre nos aconselhava: “ Filha sem pai tem que estudar! Se não, não vai ser feliz!” E eu, junto aos irmãos, com os olhos arregalados, ficávamos ouvindo essa história todos os dias. De tempos em tempos, olhava para minha mãe, mulher corajosa, dinâmica, costureira de grande valor, e sonhava ser como ela.

estava na escola e só me alegrava quando tocava à hora do recreio, onde eu vendia as goiabas que colhia no sítio. Outra grande alegria era a hora de ir embora. Então me embrenhava no sítio; lá, podia subir nas árvores, caçar insetos, pegar borboletas, fazer paneladas com a mistura de frutas. Era uma alegria só! Frequentemente convidava os colegas para brincar no meu mundo de felicidade. Lá eu era a professora, que ensinava as crianças o ABC da felicidade. Não podia ficar o tempo todo no sítio, tinha que estudar. O tempo passou, e em minha memória quanto pensamento de gratidão para com as mestras que me ajudaram na minha alfabetização e ensino fundamental! Porém, sabia que sempre faltava mais criatividade em suas aulas, mais vivência de mundo, mais ludicidade, mais amor. Penso que atitudes como essas mudam definitivamente o resultado de uma escola. Monotonia, previsibilidade, rotinização do ensino nunca combinaram com o meu jeito de ser. Fui crescendo com o modelo diferenciado de encarar a educação, e com os prosseguimentos dos estudos me formei na UNEAL (Universidade Estadual de Alagoas) e procuro me aperfeiçoar constantemente. Sou pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Administração Escolar.Com o desejo de fazer uma escola diferenciada, onde crianças gostassem dela, dessem risadas, jogassem bola,estudassem com prazer e chorassem na hora de ir embora por desejo de ficar. Um lugar onde os que não exagerassem direito, pudessem estudar, onde o cadeirante pudesse transitar livremente. Com a ajuda de minha mãe tão amada, mestra da vida, exímia descobridora de talentos, que viu em mim um talento para ensinar, surgiu a construção da Escola Santa Clara de Assis, que tem como principal objetivo, que as crianças sejam felizes. Um lugar onde eu pudesse, definitivamente, implantar espaço de educação inclusiva. Enfrentei muitos desafios, por ser muito jovem para direção de uma escola, pois a educação na última década é muito discriminatória com um líder jovem. Considero-me líder em meus alunos desde suas dificuldades às habilidades. Empenho-me pessoalmente nos planejamentos das aulas junto com os professores. Temos todas às sextas-feiras para criarmos estratégias de aprendizagem para os alunos. Sempre observo as crianças e os jovens no recreio e percebo quanto meu sonho se realiza todos os dias. Fico vendo as crianças saírem da escola, tão satisfeitas, pulam, caminham abraçadas umas com as outras, enquanto dão gargalhadas. É tão bom ser feliz na escola! Fazemos gincanas para ajudar os abrigos da cidade, trabalhamos aulas com artistas, artesãos e escritores arapiraquenses e alagoanos. Somos “Escola Solidária”, reconhecida pelo MEC. Temos medalha de prata, bronze e menção honrosa na Olimpíada Brasileira e Alagoana de Matemática. Apoiamos todos os projetos do governo federal e participamos quando nos convidam. Outro cuidado que sempre tenho é contratar o profissional que trabalha em nossa escola; ele sim é uma peça muito importante. É preciso oferecer constantemente cursos de atualização para que conserve sua auto motivação, seu bom humor, sua criatividade e principalmente a capacidade de produzir conhecimento e liderança, características observadas no início da carreira. Hoje é que nossa escola não deixa de ser premiada todos os anos. Recebemos títulos e mais títulos. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Pesquisas e Qualidades Gomes Pimentel em parceria com o MEC, nos escolheu entre as 150 melhores escolas brasileiras com o Prêmio Nacional de Excelência em Qualidade no Ensino 2008. Vejo que a positividade, o sonhar, o realizar, enfim obter prazer na vida leva o ser humano a superar todas as previsões, por menores ou negativas que sejam. Posso ser aprova viva disso. tenho muito a fazer, pois nosso sistema educacional continua fragmentado enquanto a realidade atual requer uma formação sistêmica, com perspectiva mundial e capacidade de empreender e responder criativamente à complexidade dos desafios. Incluí em nossa matriz curricular a matéria Empreendedorismo na escola e pretendo transformar meu sonho em universidade. Sei que posso porque trabalho sério e tenho uma equipe que vê meus sonhos como seus sonhos. A ética é fundamental no meu sonho. Nossa clientela é cativa no Maternal ao 9º ano. Preparamos o bebê e entregamos o adolescente que sabe respeitar as desigualdades sociais, o meio ambiente e acredita na inclusão, pois convive com colegas portadores de necessidades educativas especiais desde pequenos. Muitas vezes quando chega o final do dia, sempre lembro das palavras de minha mãe, conversando com meus tios: “Essa menina enxerga muito além do que os outros conseguem. Vai ser uma mestra em sua profissão e, por tabela, na vida”. Estou convicta que todas as metas traçadas, sonhadas e às vezes, revistas e transformadas me dão a certeza de que todos nós temos a capacidade de realizar qualquer sonho quando agimos, amamos o que fazemos e acreditamos que através de nossos sonhos, faremos a felicidade de outras pessoas.trabalhar em casa

Nossos ensinos

Infantil

É na Educação Infantil que se consolida a base para toda aprendizagem da vida! As crianças são aprendizes naturais; são curiosas, interessadas e abertas às novidades. Elas aprendem através de jogos e brincadeiras.

É essencial que nessa fase a criança aprenda a fazer, a ser e a conviver. Habilidade e competência são os pilares oferecidos que auxiliarão a criança na sua formação intelectual e social.

Fundamental 1

A finalidade da educação básica é desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e nos estudos posteriores.

Com a nossa metodologia, ampliamos as potências do cérebro de criança e adolescentes, fortalecendo suas habilidades sociais de construir conexões entre diferentes campos de pensamento.

Fundamental 2

Nos anos finais do Ensino Fundamental , o foco passa a ser o uso dos instrumentos internos em situações - problema concretas. O processo de aprendizagem é focado nas necessidades próprias as entradas na adolescência (aspectos sociais e emocionais), como: tomada de decisões para o planejamento do futuro, uso dos instrumentos internos em situações-problema mais complexas, maior abstração, conscientização da importância do hábito do estudo diário.